Emoções & Sentimentos


Dia mundial do compositor.

15/01/2016 15:06

Octávio da Silva Talismã

Hoje 15 de janeiro é o dia mundial do compositor, gostaria de prestar a minha homenagem a todos os compositores através de um grande compositor "Octávio da Silva" Talismã, violonista, compositor e carnavalesco. Chegou em São Paulo em 1967, Trazido por Inocêncio Tobias (Inocêncio Mulata) Presidente da Camisa Verde e Branco e por aqui ficou.

São de sua autoria:

  • Há Um Nome Gravado na História: 13 de Maio.
  • Biografia do Samba o Hino do Samba de São Paulo.
  • Sonho Colorido de Um Pintor (parceria com Benedito Lobo)
  • Negro Maravilhoso.
  • Quando Chega a Primavera
  • Meu Sexto Sentido (parceria com Raymundo Prates) gravado por Beth Carvalho.

“Meu sol eu pintei de verde/ Que serve pra enxugar/ Lágrimas, se um dia precisar/ A dor e a tristeza fiz virar felicidade/ Aproveitei a tinta e pintei sinceridade”

Plínio Marcos em dezembro de 1976 escreveu no Folhetim, suplemento cultural da Folha de S. Paulo:

“O Talismã de Rocha Miranda, Seu Mumu pros íntimos, é sem favor nenhum um dos maiores artistas populares do Brasil. Fez de tudo. Poeta de uma pureza rara, compositor de grande sensibilidade, escultor primoroso, que sempre ganha nota dez com os seus carros-alegóricos, tocador de violão, cantor, humorista e tudo mais. Como veio, nem ele sabe explicar direito. Dizem que foi depois de um fracasso que teve no Circo do Dudu, lá no Rio de Janeiro. Anunciaram o Talismã e ele entrou todo cheio de manha, com seu violão. Mas, antes de anunciar a música, a platéia começou a exigir que ele cantasse um jingle do Detefon, que era muito tocado nas rádios. O Talismã não queria. Não tinha nada que ver com o jingle. Mas, a platéia insistia, insistia e, pra evitar que quebrassem o circo, ele cantou. Saiu do espetáculo arrasado. Pegou o ônibus e veio embora. Quando deu por si, estava em São Paulo. Quando deu por si, já estava fazendo samba pro Camisa Verde e Branco. Foi metendo a mão. Quando o Talismã chegou em São Paulo, o forte eram os cordões. Escola de samba saía na base de muita cor, valendo fantasia de toureiro, pirata da perna de pau, jardineiro e dominó. Talismã se assustou. Pensou em ir embora. Mas não foi. Hoje está inteirinho em São Paulo.”

 
 
 

 

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